Hoje é dia de passear com Yaya.
Los Hermanos – Retrato pra Iaiá
Iaiá, se eu peco na vontade
De ter um amor de verdade
Pois é que assim, em ti, eu me atirei e fui te encontrar
Pra ver que eu me enganei
Hoje é dia de passear com Yaya.
Los Hermanos – Retrato pra Iaiá
Iaiá, se eu peco na vontade
De ter um amor de verdade
Pois é que assim, em ti, eu me atirei e fui te encontrar
Pra ver que eu me enganei
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Amanhã eu comento sobre o show, hoje tá complicado…
Bob McFerrin – Don’t worry be happy
Here’s a little song I wrote
You might want to sing it note for note
Don’t worry, be happy
In every life we have some trouble
But when you worry you make it double
Don’t worry, be happy
Aí na versão da Mart’nália:
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E pra esquentar a quinta-feira fria e chuvosa nada melhor que um sambinha. Logo mais tem Mart’nália no Sesc Pompéia!
Você vai ter que mudar
Da minha casa
De atitude
Chega
[...]
Não quero mais ser seu amigo
Nem inimigo
Nada
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Principalmente de manhã. Céus, por que tá tão difícil acordar ultimamente?
Roberto Carlos e Erasmo Carlos – Grilos
Descanse um pouco e amanheça aqui comigo
[...]
Sei que o mundo pesa muitos quilos
Não me leve a mal
Se eu lhe pedir para cortar os grilos
Reconheceu o refrão? É que música, do disco “Sonhos e memórias” de 72, ganhou recentemente uma versão “minerinha” de Marina Machado com participação de Samuel Rosa.
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Em tempos de eleições conturbadas no Irã e reações mais conturbadas ainda no Twitter, vamos com uma forma de protesto “ultrapassada”. Reza a lenda – e a Wikipedia – que esta música protestava contra a proibição do rock no Irã por Ayatollah Khomeini, embora tenha sido usada mais tarde como hino não-oficial dos soldados americanos na Guerra do Golfo.
By order of the prophet
We ban that boogie sound
Degenerate the faithful
With that crazy casbah sound
[...]
Fundamentally he can’t take it
You know he really hates it
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Odeio segundas.
Just beating during the sun
Defibrillated hearts with every pulse without your own defiling
You’d backwards circle right above our heads
Climb on, climb on aboard
Giving it a little bit more
Don’t stop
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E não é que Stefhany ganhou um Cross Fox da Volkswagen? Boua garota! Agora só falta a Vanessa Carlton liberar a música.
Vanessa Carlton – A thousand miles
Making my way downtown
Walking fast
Faces passed
And I’m home bound
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Não sei bem como começar esse post. O que falar de um ícone? Que sem ele a música pop como a conhecemos hoje não existiria? Que ele levou a música black para os rádios dos brancos? Que sem ele a Motown não teria sido A Motown? Que os clipes musicais e a própria MTV não seriam os mesmos sem suas coreografias e superproduções? Que não fosse por ele não teríamos “Maicon”s no Brasil?
Eu poderia também falar das incontáveis polêmicas. Violência na família? Pendurar o filho na janela? Acusações de pedofilia? Racismo? As milhões de cirurgias plásticas? A paranóia em sempre andar de máscara? Casamentos fracassados? Falência?
O fato é que há quase 20 anos Michael não lançava nada digno de nota – considerando aqui que “Dangerous”, de 91, ainda tinha lá seu mérito embora estivesse longe de “Off the wall” e “Thriller”. Ainda assim ele se manteve notícia durante os 18 anos que se seguiram. Culpa da mídia sensacionalista? Talvez. Veremos isso com novas celebridades? Provavelmente não. Nenhum dos ídolos de hoje vai ter o alcance de Beatles, Michael ou Madonna. Sim, temos muitos músicos bastante populares no mundo inteiro hoje – Amy, Radiohead, Strokes. Sua mãe conhece algum deles? Certamente não.
Com Michael vai-se também a era dos grandes hits, do sucesso incontestável, do alcance absoluto. De artistas que sobrevivem 18 anos sem lançar nada e ainda continuam sendo sucesso. Você consegue imaginar isso daqui pra frente? Eu não. Não por falta de talento, mas daqui a 18 anos a música pop já vai ter passado por no mínimo umas 12 fases diferentes, lançado 72 bandas ao sucesso e esquecido de todas (ou quase todas) elas. “É uma cultura descartável”, “tudo isso é lixo”, podem dizer. Talvez até dirão que “bom mesmo era o Michael Jackson” e que “tudo o que se ouve hoje em dia é cópia do passado”. É, mas não é. Michael era gênio? Era. E sampleou Manu Dibango em “I wanna be starting something” (que depois foi sampleada por Rihanna). Nem por isso deixou de ser gênio. Na música, também, vale a máxima de que “if I have seen a little further it is by standing on the shoulders of giants”. Sobre os ombros de Michael se apoia boa parta da música de hoje, e em 18 anos a música se apoiará sobre os ombros de muitos outros – do próprio Michael, inclusive.
PS: minha criatividade anda mesmo em baixa. Relendo o que já tinha escrito sobre ele aqui no blog, eis que encontro um post do ano passado do seu aniversário de 50 anos. Mesmo título, e não tivesse eu relido o post provavelmente repetiria também o final.
Jackson Five – I want you back
When I had you to myself
I didn’t want you around
Those pretty faces always made you stand out in a crowd
But someone picked you from the bunch
when love was all it took
Now it’s much too late for me to take a second look
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Não consigo parar de ouvir essa música. Parte do projeto iTunes Foreign Exchange, a versão da francesa Yelle para “Who’s that girl?” da sueca Robyn ficou sensacional – muito melhor que a versão de Robyn para o hit “A cause des garçons”, aliás.
Yelle – Qui est cette fille?
Qui est cette fille dont tu rêves tant?
Qui est cette fille dont tu es l’amant?
Qui est cette fille qui porte mes vêtements?
Mais qui est-elle?
Elle porte mes vêtements
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